Mostrando postagens com marcador artes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador artes. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

I SEMINÁRIO DE PESQUISA DO PPGAC E DO DEART – IFAC/UFOP PROGRAMAÇÃO DO EVENTO

I Seminário do PPGAC e do DEART – IFAC/UFOP

I SEMINÁRIO DE PESQUISA DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARTES CÊNICAS E DO DEPARTAMENTO DE ARTES CÊNICAS DO IFAC/UFOP

O I Seminário de Pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas e do Departamento de Artes Cênicas do IFAC/UFOP tem por objetivo divulgar, aprimorar e promover trocas entre pesquisas no campo das Artes Cênicas na Universidade Federal de Ouro Preto. O Seminário se realizará de 08 a 12 de setembro de 2014 em Ouro Preto-MG. Fique atento à programação em breve.


domingo, 12 de janeiro de 2014

Pesquisa DEART - IFAC - UFOP

Pesquisa: "Pesquisa O DEART/UFOP conta atualmente com quatro grupos de pesquisa registrados no CNPq: Núcleo de Estudos em Artes, História e Estética das Artes Cênicas, HIBRIDA – Poéticas Híbridas da Cena Contemporânea e GPEACMA – Grupo de Pesquisa em/sobre Ensino/Aprendizagem de Artes Cênicas e Mediação Artística.  "

Divulgado o processo seletivo para os cursos de Artes Cênicas e Música UFOP
10-Jan-2014
A UFOP divulgou o Edital do Processo Seletivo para as graduações em Artes Cênicas e em Música - 2014/1. Os cursos não estão incluídos no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e têm edital específico. As inscrições serão abertas na segunda-feira, dia 13 de janeiro. O candidato que se submeteu à prova de habilidade específica em outra instituição poderá aproveitar a nota para a seleção da UFOP.

Confira o edital neste link.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Marina Abramović Made Me Cry

Marina Abramović Made Me Cry:
Retratos tirados durante a exposição do MoMA de desempenho artista "Marina Abramovic: The Artist Is Present". Abramović senta em uma mesa em silêncio, e os hóspedes podem sentar-se museu em frente a ela e olhar fixamente. Algumas pessoas não puderam lidar com o ardor.

Opera Mundi - Arte e dor: Marina Abramović faz palestra em Londres só para mulheres

Opera Mundi - Arte e dor: Marina Abramović faz palestra em Londres só para mulheres: "São cinco da tarde, domingo de sol e 900 mulheres de todos os sotaques do mundo ocupam o auditório do Southbank Centre, em Londres, à espera da artista sérvia Marina Abramović, a avó da performance. Aos 65 anos, é a primeira vez que ela se expõe com exclusividade para o público feminino, apesar de acreditar que a arte não tem gênero. Na mesma sala, diferentes nacionalidades, olhares, estilos e desejos se concentram para o telão que antecede sua chegada. Nele, todas as dores - ou obras - de Marina fisgam a plateia ansiosa que ovaciona ao ouvir a frase: "Bem-vindas à revolução.""

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Eu quero falar a todas as pessoas que acessam meu blog. Quero agradecer a presença delas. Quero sugerir que usem o tradutor. E quero dizer que  me digam o que acham como melhorar o blog. Tem gente de todo o mundo acessando, e eu fico feliz com isso. Pois sejam sempre bem vindos. Abraços que cheguem a qualquer parte do mundo. 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Entertainment - Elizabeth Greenwood - Wait, Why Did That Woman Sit in the MoMA for 750 Hours? - The Atlantic

'Marina Abramović: The Artist Is Present' airs on HBO: Troy Patterson sits down with the performance artist.




Marina Abramović: The Artist Is Present, which debuts on HBO tonight at 9 p.m. ET, is a gratifying documentary portrait of the Serbian performance artist. Filmmakers Matthew Akers and Jeff Dupre captured Abramović preparing and presenting the 2010 MoMA retrospectivethat minted her as a conceptual superstar with all the 21st-century trimmings—extended critical inquiry, attention on the society page, tributes from pop stars, and even a somewhat coherent James Franco think-piece. She first opens her mouth in the film while being styled for a photograph in advance of the MoMA show. “You know what is interesting? After 40 years of people thinking you’re insane and you should be put in mental hospital, you finally actually get all these acknowledgments,” she says, more imperial than impatient. The film moves to a shot of her forceful head saying, “It’s a long wait.”Siga lendo no link:

terça-feira, 1 de maio de 2012

Antonin Artaud – O Artesão do Corpo Sem Órgãos – Daniel Lins « Desenvolvimentoemquestao's Blog

Antonin Artaud – O Artesão do Corpo Sem Órgãos – Daniel Lins  BlogDesenvolvimento em questão :

Diante da dificuldade de falar sobre Antonin Artaud, já que “Artaud explicado é uma abominação”, Daniel Lins aceitou o desafio de atravessar seu corpo e recriar a vida pensada, imaginada, representada. Assim, engendra uma produção de Artaud numa espécie de encarnação de uma escrita crua, regada pelo sangue e pela vontade de potência numa vivência radical da crueldade.

domingo, 8 de abril de 2012

meu pé de bergamotas - Alan Villela

Alan Blair: http://alanblair.wordpress.com/


Alan Blair ~


Blog do meu aluno Alan Villela, com textos e fotos de autoria própria. Boa Sorte, Alan. Um abraço!


Segue uma amostra:

?

(Ele possui a necessidade absurda de escapar para longe, de mergulhar-se, de cavar um buraco cada vez mais fundo, revelando-se para si mesmo, mas assustando-se com esse interior tão cru.
Foge-se de tudo,
Mas não consegue fugir de si próprio.
Refúgio)

Aquela vontade de fugir das pessoas, trancar portas e janelas, atravessar as ruas, de apagar-se, invisível, se possível fosse, mas não, infelizmente, não é possível, então ele corre da multidão da rua e dos carros e das contas, crediários, atrasados, atolados na caixa de correio que ele não abre tem seis meses e meio, porta retratos abaixados, relógios desligados, telefones cortados, a macieira cuspindo folha no jardim nesse outono da cidade grande bucólica eólica meteórica e chuva o dia todo, sapatos molhados, paletó encardido, pneu vazio, vitamina de abacate estragando no copo do liquidificador tem três dias, roupa sem passar, jornais acumulados na porta da casa vazia, não se sabe, não se vê, não se escuta, não se, absolutamente nada, já faz tempo, desde o momento exato que ele deixou de existir para as pessoas e passou a existir para si.

Então correu, a bota batendo na lama, a lama batendo na cara sem expressão fisionômica gastronômica astronômica, pseudônimo Zinho, sozinho, disfarçado de nada para as pessoas nas ruas não repararem, invisível possível, sim, agora pode, mesmo que visível, pouco o importa, já que agora corre daquilo tudo que deixou pra trás, os crediários, os telefonemas vespertinos matutinos, despertadores, dores, o outono seco da cidade grande bucólica eólica meteórica metafórica que agora passou a ser.

E assim, nesse espirro redemoinho, cúmulo-nimbo, se deixou levar até um vilarejo, distante do caos e do ozônio e do asfalto quente, e de repente, no meio daquela gente nova que nada sabia de correria e horários a cumprir, filas de banco e lotéricas, tele sena, enlatados, semáforos e escadas rolantes, disse que ali ficaria, repousado na casinha que ficava em volta de outras casinhas que estavam ao redor de outras menores casinhas daquela gente inteligente que não sabia ler nem escrever.

A delícia do silêncio.

Fechar os olhos e não ver nada e escutar o zumbido do silêncio no ouvido e cavar fundo a memória e lembrar que ele deixou a roça e se mudou para a cidade por causa do emprego e por isso ganhou um escritório e um telefone que atendia todo dia usando o terno que deixara na lavanderia no dia anterior, pois sujou com o vinho que derramou quando assustou-se com a buzina o alarme o disparo o choro da filha da vizinha que o acordava sempre às quatro da manhã, olheiras fundas embaixo dos olhos, voçorocas já abertas, o despertador berrando alto, a assinatura atrasada, a vida amorosa inexistente, cavando fundo dentro de si, agradecendo a deus que nada mais disso ele temia e nada tinha além de uma cadeira, o café que a boa senhora preparava toda tarde e as casinhas ao redor de sua casinha, poder fechar os olhos e lembrar de si nos três anos de idade, a bola colorida, o pai, a mãe, já falecidos, filtro de barro, fogão a lenha, goiabeira, ribeirão, folha de taioba pra fazer copinho e beber água da mina e se perguntar o por quê do universo e de vida em outro planeta e por quê nascer em setembro e não agosto, de farinha e ovo virar bolo e porque esse nome bolo? e por quê ele nunca teve uma namorada, um namorado, um cachorro ou um gato, nunca mandou cartas, nem foi ao teatro ou passeou domingo no parque, tomou banho de mangueira, riu sozinho, riu em conjunto, riu forçado, e tentava lembrar, na verdade, qual o dia do seu aniversário que ele já não comemorava nem sabia quanto tempo, qual foi seu último beijo, se existia o primeiro, e fechava bem mais forte os olhos naquele silêncio, e não via nada, só o escuro e aquele zumbido rouco no ouvido, então foi quando ele descobriu que morria de medo da escuridão, e queria, na verdade, a claridade, luz de farol, de sinal de trânsito, ozônio, e aquele zumbido de silêncio estourando nos ouvidos era desesperador, queria buzina, telefone, despertador, a filha doente da vizinha chorando quatro da manhã, o vinho manchado no paletó, o outono da cidade grande bucólica eólica meteórica e a enxurrada da chuva ensopando seus pares de sapatos cujo crediários atrasados entopem sua caixa de correio e pelo amor de deus, meus deus do céu, se me escuta, me ajuda que eu não decorei o trajeto que me trouxe até aqui, me faz voltar para as filas do banco onde eu não me escuto, onde eu não me existo, mas existo para todo o resto que não seja para mim.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Territórios e fronteiras da cena - Kinokaos

Vejam edições anteriores da revista Territórios e Fronteiras da Cena - GT - Abrace ( Associação de pesquisa e pós graduação em artes cênicas - Brasiledicoes anteriores:

quarta-feira, 21 de março de 2012

Ilusão - Wikipédia, a enciclopédia livre

Ilusão - Wikipédia, a enciclopédia livre: Para refletir sobre alguns fenômenos propostos na encenação, segue aí o verbete Ilusão da Wikipédia, para se pensar como podemos produzir, através da concretude cênica, fenômenos de percepção que interagem diretamente com o campo dos nossos sentidos.

'via Blog this'

domingo, 11 de março de 2012

Relações Contemporâneas e Conceituais entre Teatro e Cinema: Edição, Montagem e Dinâmica Cênica.

RESUMO

O objetivo deste texto é discutir as possíveis relações conceituais entre o teatro e os suportes audiovisuais que incorporam o movimento em sua estrutura. A ideia é centrar-se, para efeitos deste estudo, inicialmente na linguagem cinematográfica e refletir sobre a relação desta como resultante de um processo da edição e montagem (a imagem captada e revelada) e um possível diálogo conceitual com a imagem cênica, observando seu caráter poético e sua relação com luz, sombra e a articulação dos elementos próprios da encenação (que podem se construir também através de um processo de edição e montagem cênicas). Observando o caráter plástico da imagem e considerando as características próprias do cinema (e por nossa reflexão e possível aproximação, também do teatro), focaremos no conceito da expressão cinematográfica como imagem em movimento, seguindo o pensamento deleuziano, em que o representado no cinema é um representado em devir e qualquer coisa representada, mesmo estática, encontra-se quando filmada inscrita na duração e passível de transformação. A partir daí, pensaremos a noção de representação no teatro e no cinema e suas imagens em mutação e neste caso, ligada a este sentido da narrativa da imagem movimento. Siga o link para o texto completo.

Palavras-chave: Imagem-movimento. Imagem Cênica. Cinema.

sexta-feira, 9 de março de 2012

A DANÇA DA MENTE PINA BAUSCH E PSICANÁLISE. Por Maria Tereza Furtado Travi



Desde o surgimento da Dança Moderna e Contemporânea, esse conceito de corpo dançante vem se modificando, e houve mudanças significativas na relação coreógrafo/bailarino. Hoje, o corpo é cada vez mais considerado um retrato de inúmeras influências, sejam elas culturais, sociais, físicas ou emocionais. O bailarino não é mais considerado um mero “objeto”, e sim uma pessoa, com história e valores próprios, com um imaginário e emoções peculiares. Essa concepção de “corpo único”, física e emocionalmente falando, passou a ser uma importante ferramenta para a criação coreográfica. Isto é, os coreógrafos passaram a explorar a história e o imaginário pessoal dos bailarinos, transformando esse material em arte, mais especificamente, em movimento. A dança adquiriu a possibilidade de ser coreografada em conjunto (bailarino e coreógrafo), como uma reconstrução da história dos dois, tendo, nesse processo, uma das fontes de sua riqueza. As vivências cruzam-se, somam-se, dialogam tecendo uma trama que vira dança.
Siga lendo:  http://ebooks.pucrs.br/edipucrs/adancadamente.pdf


O processo de trabalho do ator-bailarino no espetáculo Masurca Fogo de Pina Bausch e o conceito de ação de Constantin Stanislavski: por uma análise da ação e do movimento criativo. Aline Mendes de Oliveira


Para analisar o espetáculo Masurca Fogo da coreógrafa Pina Bausch sob a ótica dos elementos da ação física como se configuram em seus espetáculos, é necessário inicialmente pontuar em sua trajetória artística, influências que se destacam neste trabalho, e que nos auxiliam hoje a compreender melhor como a fusão entre a dança e o teatro associaram elementos de ambas as linguagens no sentido de criar uma arte nova e revolucionária, que podemos observar nos dias de hoje. Pina Bausch tem se destacado desde 1973 como líder de uma das mais importantes correntes artísticas nas artes cênicas de nosso século: o tanztheater, ou dança teatro. Siga lendo mais neste link.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Instalação aborda universo feminino na Galeria Olido

Divulgando com a licença de Berilo Nosella, meu colega e professor da UFOP.


Entre os dias 25 de fevereiro e 17 de março, a Galeria Olido recebe a instalação Fábrica de Imagens. A exposição terá inauguração no dia 25/2, às 16h, e será acompanhada de pequenas oficinas e debates. O projeto desenvolveu-se a partir de um convênio do Centro Informação Mulher com a Secretaria de Políticas para as Mulheres do Governo Federal.

A Galeria Olido recebe, entre os dias 25 de fevereiro e 17 de março, a instalação Fábrica de Imagens. A exposição, com inauguração no dia 25/2, às 16h, será acompanhada de pequenas oficinas e debates. O projeto desenvolveu-se a partir de um convênio do CIM (Centro Informação Mulher) com a Secretaria de Políticas para as Mulheres do Governo Federal.

O CIM foi criado em 1981, com o intuito de enfrentar a violação dos direitos humanos das mulheres. O Centro possui vasto acervo – um dos maiores da América Latina – sobre a história da vida e luta das mulheres. O material consiste em cartazes, periódicos, livros, fotos, documentos, entre outros.

Parte desse acervo integra a mostra. Denominada pelo grupo como uma “Instalação Circulante do Feminino”, Fábrica de Imagens foi organizada em oito espaços: Corredor de mulheres, Teatro Performático, Auto – minha- imagem, Vulvar, Workshop de fotografia & CineMulher, Mulher não Entra (açougue), Memória de Mulher, Leitura íntima (sala de leitura).

A instalação procura colocar em pauta a posição da mulher na história. Pretende também incitar discussões sobre problemas recorrentes, como o machismo, o racismo e a homofobia. A mostra irá para outras capitais, como Rio de Janeiro e Vitória, e para quatro cidades do interior de São Paulo – Embú, São Bernardo, Diadema e Osasco.

Confira a programação completa:

TEATRO PERFORMÁTICO
Intervenções performáticas que procuram desmontar imagens, comportamentos e ideias que incitam assimetrias nas relações afetivas e sociais. Na ocasião da abertura, no dia 25/02, conta com participação de Michele Araújo, Marta Baião e Gabriela Cerqueira.
Dias 25 e 29/2, 9 e 14/3, 18h

PAPO DE MULHER – MEMÓRIA FEMININA E O SILÊNCIO DA HISTÓRIA
Debate com participação de Margateth Rago (Historiadora da Unicamp) e Maria Amélia Telles (União de Mulheres e Promotoras Legais Populares).
Dia 28/2, 17h

PAPO DE MULHER – A CULTURA, A MULHER, E A MEMÓRIA
Debate com participações de Dilma de Melo Silva (Socióloga da USP) e Nalu Faria (Militante da Marcha Mundial das Mulheres)
Dia 13/3,18h

CINE MULHER
Um espaço com imagens temáticas, abordando a autoria feminina.
Dias 3, 10 e 17/3, 17h30

RETRATO DE MULHER – WORKSHOP DE FOTOGRAFIA
Espaço para discutir a lógica da imagem, arte e criação; a cidade e a mulher.
Dias 3, 10 e 17/3, das 15h às 17h e das 17h às 19h.

Serviço:
Galeria Olido – Av. São João, 473, Centro | tel. 3331-8399 e 3397-0171.
Abertura: 25/2, 16h. Terç a domingo., das 13h às 20h. Até o dia 17/


__._,_.___


____________________________________________________
IBTT - Instituto Brasileiro de Tecnologia Teatral
Rua Conselheiro Carrão, 197 - Bela Vista - São Paulo
Fone (55 11) 3289-3403 www.ibtt.art.br
____________________________________________________
Cenógrafos, figurinistas, iluminadores e sonoplastas
reunidos em atividades de estudo e pesquisa
____________________________________________________
Solicitamos leitura atenta às REGRAS DE
COMPORTAMENTO DA COMUNIDADE para que nossa
convivência seja tranquila, respeitosa e produtiva
____________________________________________________


Cartas « Claro enigma

Blog poético encantador da caríssima Renata Cabral.Cartas « Claro enigma